Abertura de negócios apenas online

Abertura de negócios apenas online é maioria entre novos empreendedores

Diante do cenário de pandemia e necessidade de redução de custos, apostar apenas em negócios online tem sido a escolha da maioria dos empreendedores.

A pandemia trouxe um dilema para grande parte dos pequenos empresários: ter um negócio físico e tentar equilibrar as contas com o horário comercial restrito de funcionamento ou concentrar esforços para migrar para o online.

Segundo o diretor-superintendente do Sebrae São Paulo, Wilson Poit, parte do movimento de migração do físico para o digital visto nas pequenas empresas tem sido impulsionada pela necessidade de redução de custos.

“Muitos empreendedores já perceberam os novos hábitos do consumidor, mais voltado para as plataformas online, e combinam isso com o corte de gastos. Quem consegue trabalhar de casa ou de portas fechadas focou o delivery e aprendeu a vender pelo digital. E, para os que entram no mercado agora, começar direto no online é ainda mais natural”, afirmou o executivo.

Poit conta que o Sebrae triplicou a quantidade de atendimentos para mentoria de empreendedores na pandemia. A troca das lojas físicas pelas compras online se traduz em números. Levantamento do Mastercard SpendingPulse apontou que as vendas no varejo em lojas físicas caíram 4,4% no primeiro trimestre ante igual período de 2020.

Em março, a queda foi de 7% na mesma base de comparação. O Mastercard SpendingPulse é um indicador de vendas no varejo em todos os tipos de pagamento em certos mercados globais.

Ao mesmo tempo, as vendas no ecommerce avançaram 91,6% no período. Em março, a alta foi de 84,7%.

“O comércio online conquistou espaços tanto em relação às pequenas quanto às grandes empresas. Uma coisa que já conseguimos prever é que pelo menos 20% das migrações que vimos para o ecommerce são permanentes”, disse o gerente-geral da Mastercard Brasil, Estanislau Bassols.

O movimento também acompanha a adoção de um modelo híbrido de trabalho. Segundo Poit, do Sebrae, a expectativa é que cada vez mais empresários se ajustem às plataformas de venda online e que novos entrantes já abram seus negócios no meio digital.

“O jeito de trabalhar nunca mais vai ser o mesmo, mesmo quando falamos de padarias, açougues, hortifrútis. A tendência é de lojas híbridas e de um maior futuro tecnológico no trabalho”, afirmou.

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Fonte: Folhapress

Reuniões virtuais precisa de pausas entre encontros

O estudo feito pela Microsoft apontou que videoconferências consecutivas aumentam o estresse e reduzem capacidade de engajamento nos encontros.

O home office aumentou a necessidade de realizar reuniões entre as equipes para alinhar situações de trabalho que antes eram tratadas de maneira direta no dia a dia das empresas, com uma simples caminhada até a mesa do colega de trabalho. Diante disso, muitos profissionais têm reclamado do volume de reuniões e dos desgastes mentais provocados por elas.

Um estudo conduzido pela Microsoft, usando análise de ondas cerebrais, confirmou que as reuniões virtuais são estressantes. No entanto, pequenas pausas podem fazer a diferença e, inclusive, aumentar a capacidade do indivíduo de se concentrar e se envolver no encontro.

O estudo faz parte de uma pesquisa maior sobre o futuro do trabalho diante da pandemia. O Laboratório de Fatores Humanos da Microsoft — empresa proprietária do aplicativo Teams, de videoconferências — buscava uma solução para o cansaço gerado pelas reuniões virtuais.

A análise foi feita com 14 pessoas. Elas participaram de videoconferências enquanto usavam equipamentos de eletroencefalograma, que monitoram a atividade elétrica do cérebro. Cada voluntário esteve em duas sessões.

Na primeira, eles compareceram a quatro reuniões consecutivas, cada uma com duração de meia hora, cada uma sobre uma tarefa diferente. No segundo dia, os quatro encontros foram intercalados com intervalos de dez minutos, nos quais os participantes meditaram com o aplicativo Headspace.

O estudo obteve algumas conclusões. Uma delas é que as pausas permitem que o cérebro dê um “reset” e não acumule tanto o estresse das reuniões. Os encontros consecutivos podem reduzir a capacidade de focar e se envolver nas discussões, mas, com os intervalos e a meditação, os padrões de ondas cerebrais mostraram níveis positivos de assimetria alfa frontal, que se correlaciona com um maior envolvimento durante a reunião.

Além disso, o momento de transição entre as videoconferências também pode se tornar uma grande fonte de estresse: os pesquisadores identificaram picos de tensão justamente nestas ocasiões.

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Fonte: Contabeis

Consumidores quitem seus débitos

A Serasa Experian anunciou uma nova edição do Feirão Limpa Nome para auxiliar quem está com dívidas em aberto a regularizar a situação. Assim como na edição anterior, os brasileiros terão oportunidade de negociar os débitos e pagar uma fração do valor devido. Os descontos podem chegar a 90% do valor devido.

A ação, já conhecida pelos brasileiros, desta vez, reúne mais de 50 marcas de diversos segmentos. O feirão ainda permite que os consumidores negociem seus débitos em parcelas a partir de R$ 9,90.

Para participar, é necessário fazer um cadastro no Serasa Limpa Nome pelo aplicativo, pelo telefone (0800 591 1222) ou pelo WhatsApp (11 99575-2096).

Há também a possibilidade de fazer a negociação pessoalmente nas agências dos Correios, mas a empresa pede aos clientes que priorizem as opções digitais, em razão da pandemia.

Veja o passo a passo para participar do Feirão:

  • No site ou no aplicativo da Serasa, acesse o link correspondente ao “Serasa Limpa Nome”, clique em “Consultar dívidas grátis” e faça o seu cadastro;
  • Ao acessar a plataforma, todos os débitos estarão disponíveis na tela. Clicando em cada um deles é possível ver as opções de negociação;
  • Selecione a dívida que quer quitar, clique na opção correspondente à forma de pagamento, defina se vai pagar à vista ou a prazo e escolha a melhor data de vencimento;

Feito isso, a plataforma vai emitir os boletos que poderão ser pagos em qualquer agência bancária, pelo aplicativo ou pelo internet banking.

Metade dos adultos está endividado

Uma pesquisa realizada pela Serasa constatou que cerca de 62,5 milhões de brasileiros estão com alguma dívida em atraso, número superior à metade da população adulta do país. Além disso, foi observado que, no intervalo de um mês, esse número cresceu em mais de 1 milhão de pessoas.

No ranking das principais dívidas, estão:

cartão de crédito
contas básicas (água, energia e gás) 
compras em lojas do varejo. 

A região sudeste lidera a lista com o maior número de pessoas endividadas.

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Fonte: Contabeis

O grande problema do Brasil: pensar no urgente e nunca no importante

Os Estados Unidos, com o presidente Joe Biden, planejam pôr em prática dois planos bem estruturados: um para investimentos em infraestrutura e outro, em capital humano. O primeiro reserva dinheiro para estradas, esgoto, telecomunicações e energia limpa. O segundo destina dinheiro principalmente para os investimentos em educação de crianças mais jovens e da primeira infância.

Esses planos nos fazem lembrar o grande impulsionador da economia: a produtividade. Geralmente, a produtividade representa o nível de produção por trabalhador ou por máquinas, ou seja, a capacidade de produção dos fatores por unidade de tempo. São chamadas de produtividades do trabalho e do capital. E por que falamos dos Estados Unidos no início deste artigo? Porque esses investimentos atacam diretamente as duas produtividades (capital e trabalho) e, por consequência, o crescimento econômico.

Agora, é interessante pensarmos como perdemos muito tempo no Brasil pensando no urgente e pouco no importante. Preocupamo-nos há décadas com inflação, câmbio e juros, que são variáveis basicamente de curto prazo, que apenas servem para ajustes de cenário e que não determinam o longo prazo. As políticas equivocadas, as decisões erradas e os erros de condução econômica sempre exigem esforços para ajustes de curto prazo nessas variáveis, que tomam energias e jogam para frente as decisões importantes de longo prazo.

Então, o que impede o crescimento da produtividade no Brasil? O inchaço de gastos no setor público em despesas operacionais, aumentando os déficits e impedindo o governo de investir em produtividade e educação, é um exemplo de problema que o Brasil deveria enfrentar. Não sobra dinheiro para investimento em educação e infraestrutura, que fomentariam o investimento.

Por outro lado, um sistema jurídico volátil, não confiável e que torna o ambiente de negócios muito hostil aos empresários, faz com que os estrangeiros fujam do Brasil com medo de mudanças legais que possam gerar problemas futuros, incluindo a perda dos investimentos. Neste tipo de recursos, os empresários podem investir em negócios que podem durar até 30 anos, como concessões de estradas, esgoto e aeroportos. É necessário que eles sintam que estejam resguardados com um sistema jurídico estável e justo.

Entretanto, este problema não vem de hoje – há décadas, políticas de ajuda a setores específicos com economia fechada, para proteger a indústria nacional, impediram a indústria de ser mais produtiva. Essa indústria se acomoda com proteções, sem investir em melhorias nem competir com o mercado internacional.

Tenho um exemplo anedótico aqui: um dia, fui a um curso de “como ter filhos”, antes de o meu nascer. Lá, o enfermeiro indicava uma marca nacional de pomadas para assaduras de crianças e dizia que as pomadas importadas eram bem melhores, mas muito caras, embora fossem muito baratas em outros países. Foi aí que pensei: a pomada importada é cara aqui por causa do imposto de importação, que tem como objetivo proteger a indústria nacional. E quem compra essa pomada são as pessoas mais pobres, dado que os mais ricos vão a Miami e compram as melhores lá, mais baratas. O resultado é claro, os mais pobres sustentam as indústrias nacionais, menos produtivas e com menor qualidade, e isso, no longo prazo, diminui a produtividade e prejudica ainda mais o crescimento e a renda dos mais pobres. Por outro lado, a empresa não precisa melhorar a qualidade, pois não tem necessidade de competir com outras de fora. Assim, mantemos este círculo vicioso terrível, principalmente para os menos abastados.

E se não bastasse isso, o governo investe pouco e mal, porque vem fazendo programas, principalmente a partir da última década, de ajuda a empresas ou gasta mal em custos operacionais – e não pode investir em educação –, tornando ainda pior e difícil a vida dos mais pobres, dado que os mais ricos vão a escolas privadas.

O Brasil precisa pensar em grandes reformas, incluindo Tributária e Administrativa, a fim de liberar recursos para investimento em produtividade. Contudo, isso não pode ser feito agora, em meio a uma pandemia, com outras prioridades. Reformas desidratadas, pela metade, sem tempo para discussão e a toque de caixa.

Precisamos de reformas amplas, começando pela abertura de nossa economia para o resto do mundo e passando pela melhoria do ambiente de negócios e pela eficiência nos gastos do governo e do sistema jurídico. Precisamos ter um plano de longo prazo, que leve tudo isso em consideração; só assim sairemos da armadilha da pobreza. O importante deve ser mais importante do que o urgente, para gerar oportunidades reais de uma vida melhor às pessoas menos favorecidas.

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Fonte: Contabeis

Redução de custos na sua empresa

Reduzir custos nas organizações é primordial, principalmente em tempos de crise. Controlar as finanças não é uma tarefa simples, independente do segmento de atuação, seja prestador de serviços de resíduos industriais, contabilidade, entre diversos outros.

Em meio a pandemia da covid-19, as empresas vivem em incertezas e precisam driblar a crise econômica para se manter ativa e competitiva no mercado. Logo, é imprescindível realizar um planejamento para que haja a redução de custos e obter o melhor controle financeiro.

Sabemos que diminuir os gastos não é uma tarefa fácil, mas é importante que toda organização que visa o crescimento e lucro para o seu negócio, a redução de custos é indispensável.

Quer saber como diminuir os custos da sua empresa?
Vamos lá!

  1. Faça uma boa gestão financeira

É quase impossível falar em controlar gastos para reduzir os custos das organizações e não relacionar com a gestão financeira, não é mesmo?

É uma das etapas principais para que os objetivos sejam alcançados. Logo, a gestão das finanças pode contribuir para identificar a situação atual da empresa, a fim de obter o melhor gerenciamento.

Ou seja, uma empresa que aluga gerador de energia, a prática de gestão na organização tem a capacidade de entender as principais necessidades da organização, de modo a controlar melhor as finanças para proporcionar o uso correto do capital de giro, por exemplo.

  1. Realize a análise dos seus custos

Outra maneira de proporcionar a redução de custos na sua empresa, sem dúvida, é analisar o cenário de gastos da organização.

Se você atua com etiquetas personalizadas, é muito importante ter ciência do que ocorre em todo o seu empreendimento. Dito isso, acompanhar e analisar os custos constantemente, proporciona melhor controle e evita problemas financeiros do seu negócio.

Entender o quanto a organização gasta mensalmente, por exemplo, é essencial para um melhor planejamento.

  1. Treine sua equipe para proporcionar a redução de custos

Embora pareça não determinar os gastos do seu negócio, treinar a equipe é indispensável, afinal, qualquer erro cometido pode gerar situação de desperdícios e retrabalhos.

Por isso, o alinhamento com os integrantes da organização proporciona diminuir erros nos processos produtivos e diminuir os impactos nas finanças.

Além disso, oferece melhor condição de trabalho de modo a incentivar e motivar o colaborador a seguir os mesmo objetivos da empresa. A economia de água, energia elétrica e materiais, são necessários para diminuir gastos das instituições

  1. Invista na tecnologia

Você sabia que a tecnologia pode ser utilizada a favor do seu negócio? Pois bem! Utilizar softwares de gestão influencia na redução de custos de modo prático e eficaz.

O controle é realizado por meio de processo automatizado, garantindo números assertivos em relação à gestão de estoque, a fim de diminuir erros de contagem, perdas de produtos, entre outros.

Aliás, é uma excelente ferramenta para sua empresa, haja vista que permite integrar os dados da organização e auxiliar na tomada de decisão devido às informações e vincular com a contabilidade.

Agora que você já sabe como reduzir os custos, que tal colocar essas dicas em prática na sua empresa?

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Fonte: Contabeis

O impacto da pandemia no controle das contas públicas

Com o impacto da crise econômica ocasionado com o agravamento da pandemia do coronavírus, as contas públicas foram diretamente afetadas pela queda na arrecadação tributária e a estagnação das atividades econômicas.

O impacto da crise econômica ocasionado com o agravamento da pandemia do coronavírus, onde, as contas públicas foram diretamente afetadas pela queda na arrecadação tributária e a estagnação das atividades econômicas, a gestão do orçamento público se torna uma chave essencial para a atuação do governo.

“Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho) a paralisação da economia gerada pela pandemia do novo coronavírus pode erradicar quase 25 milhões de empregos em todo o mundo”, essa paralisação da economia impacta diretamente na arrecadação de todos impostos diretamente e indiretamente.

Sendo assim, vale destacar a necessidade de um planejamento bem estruturado nas etapas do processo para alavancar a arrecadação. Diante disto, conta-se cada vez mais com eficiência e eficácia dos gestores do Poder Público para que haja um manejo adequado dos recursos públicos.

Por conseguinte, tornam-se necessárias novas medidas e critérios do Governo, dos Estados e municípios através de uma estratégia simples e eficaz, uma delas seria a revisão de todos os gastos e investimentos e redefinir novas regras de controle fiscais mais restritivas para conter essa crise que nos assola.

Com base nesse contexto podemos citar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) “que estabelece um conjunto de normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, mediante ações para prevenir riscos e corrigir desvios que possam afetar o equilíbrio das contas públicas. De acordo com o Ministério da Fazenda, a LRF (Lei Complementar 101/2000) tem como premissas básicas o planejamento, o controle, a transparência e a responsabilização”.

A finalidade desta Lei é de estabelecer regras que deverão ser seguidas pela administração Pública em relação aos gastos com pessoal, a dívida pública e as metas fiscais. Contudo, vale salientar que é preciso manter o controle dos ajustes e iniciativas fiscais em conjunto com as demais esferas do governo para que seja evitado o avanço da dívida pública e uma crise ainda maior nos Estados.

Entende-se que se os recursos forem bem administrados e usados com propósito de buscar o bem-estar social e econômico, com estratégia de reduzir a pobreza, desigualdade social, melhorando o sistema de saúde, educação e gerando emprego e renda para as famílias, será possível conseguir superar a crise e consequentemente o avanço da dívida pública desordenado.

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Fonte: Contabeis

PIX pode se tornar identidade digital dos brasileiros

Depois da grande aceitação do Pix, novo sistema de pagamento instantâneo do Banco Central, o presidente da instituição financeira, Roberto Campos Neto, afirmou que a chave usada pelo programa para transferência tem tudo para ser a nova identidade digital de cada brasileiro.

O potencial da chave PIX para essa nova função já era uma ideia que estava sendo especulada por especialistas do setor financeiro, mas essa foi a primeira vez que o Banco Central falou oficialmente sobre o assunto.

“Achamos que a chave usada no PIX pode ser desenvolvida em uma identidade digital no futuro. Tudo da sua vida no dia a dia vai estar conectado ao PIX”, disse em participação em evento virtual sobre inovações, promovido pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS).

De acordo com Campos Neto, esse desenvolvimento só é possível pela convergência entre as mídias sociais, os meios de pagamento e de comunicação. O BC também conta com outros programas de inovação e integração de informações e dados dos brasileiros para avançar nesse processo, como o Open Banking.

Moeda digital
O presidente do Banco Central também destacou o projeto que muda a legislação cambial e que pode tornar o real em uma moeda convergente e digital no futuro. Para essa eventual mudança tem de ser acopladas a smartphones, “que também será acoplado ao 5G, que, por sua vez, está acoplado com inteligência artificial e assim por diante”.

O presidente da autoridade monetária ainda disse que os estudos para a criação da moeda digital e as discussões dos impactos da sua emissão estão em fase avançada. O grupo formal de análise da CBDC (central bank digital currency) foi criado em agosto de 2020.

“Acho que o projeto se desenvolve ao redor de perguntas que não podem ser respondidas ainda, como se a emissão será [feita] só pelo Banco Central ou por qualquer banco, se será tributável ou não, se vamos limitar as operações que poderão ser feitas com essa moeda”, ponderou.

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Fonte: Contabeis

Poucos trabalhadores contam com uma reserva de emergência

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina, 53% dos brasileiros conseguiriam cobrir as próprias despesas por, no máximo, três meses sem pedir dinheiro emprestado caso perdessem a principal fonte de renda. Para 30%, o limite seria de menos de um mês.

Com a pandemia de Covid-19, poucos trabalhadores contam com uma reserva de emergência suficiente para enfrentar uma possível perda de renda com tranquilidade – ou, pelo menos, sem ter de se expor à doença.

Cortes na renda
Dos entrevistados na pesquisa, 47% afirmaram ter tido dificuldades para cobrir os custos cotidianos em algum momento dos últimos 12 meses. Para superar a situação, 61% deles cortaram gastos ou evitaram despesas que estavam programadas. Outros 47% simplesmente tiveram de pagar as contas com atraso.

Para algumas pessoas, a saída foi se desfazer do patrimônio, tirando dinheiro da poupança (29%) ou vendendo algum bem (25%). Pegar empréstimos – com alguém da família (20%), usando o cartão de crédito (15%) ou até junto a um credor informal (6%) – foi uma alternativa.

“Dado o contexto da pandemia de Covid-19, o último ano apresentou condições difíceis para cobrir despesas, poupar e definir metas financeiras. Os baixos níveis socioeconômicos e as mulheres são os principais afetados”, ressalta o estudo.

O levantamento, ouviu 1.200 pessoas em dezembro de 2020. A amostra foi composta por 52% de mulheres e 48% de homens, com idade média de 40 e de 41 anos, respectivamente.

Reserva financeira
Segundo a pesquisa, apenas um terço da população brasileira conseguiu economizar dinheiro ao longo dos últimos 12 meses. Dentre essas pessoas, a maioria – 72% – optou por deixar os recursos na poupança ou guardar o dinheiro em casa (43%). Apenas 5% afirmaram ter investido em algum produto financeiro, uma fatia menor até do que os 15% que pediram para algum familiar guardar o dinheiro em seu lugar.

Esse comportamento talvez se conecte a outro detectado pela pesquisa: dois terços dos brasileiros dizem não possuir nenhuma meta financeira, como pagar a escola, adquirir um bem ou quitar dívidas. Apenas 34% afirmam ter estabelecido objetivos de poupança.

“O desempenho dos brasileiros é pior nesse quesito, pois 45% dos colombianos e 43% dos equatorianos têm alguma meta financeira”, diz Florisvaldo Machado, inspetor da Divisão de Gestão da Estratégia e Desempenho Institucional da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Dos que têm objetivos financeiros, 39% querem comprar ou construir uma casa e 13%, um carro.

“Pouco valor relativo é atribuído à própria capacitação por meio de estudos como forma de aumentar a renda ou poupança. Apenas 9% dos brasileiros declararam ter como meta pagar os próprios estudos, contra 16%, 13% e 10% entre os peruanos, colombianos e equatorianos”, destaca Machado.
Educação financeira

A caderneta de poupança, a conta corrente e o cartão de crédito são os produtos financeiros mais conhecidos e utilizados pelos brasileiros. Cerca de 95% dos entrevistados na pesquisa conhecem a caderneta, por exemplo, e 56% mantêm uma. Já o cartão de crédito, por sua vez, é conhecido por 79% dos brasileiros, sendo que 32% possuem um.

A situação é diferente para outros produtos. Apenas 22% afirmam conhecer investimentos como fundos, ações ou títulos em geral – e não mais do que 1% da amostra diz aplicar nesses produtos. A principal fonte de informação que influencia os brasileiros nas escolhas financeiras são os conselhos de amigos ou familiares, citados por 46% dos entrevistados.

O conhecimento formal dos brasileiros sobre conceitos básicos de finanças também é restrito – 52% avaliam saber pouco ou muito pouco sobre questões financeiras. Na prática, isso se reflete nas respostas a pequenos problemas matemáticos incluídos no estudo, relativos a temas como inflação ou juros.

Um exemplo disso é que a pesquisa perguntava quanto cada um de cinco irmãos receberia se tivesse de dividir uma herança de R$ 1.000 entre si em partes iguais – e 44% dos entrevistados não souberam ou responderam incorretamente a questão.

Apenas 13% dos entrevistados responderam corretamente a uma pergunta que envolvia o conceito de juros. A pesquisa questionava quanto dinheiro teria, depois de um ano, alguém que guardasse R$ 100 em uma poupança com rendimento anual de 2%.

Na visão de Machado, da CVM, o desempenho dos brasileiros não surpreende, tendo em vista os enormes desafios do país na educação em geral – e na educação financeira em particular.

“Há um enorme potencial de avanços a construir, utilizando a educação financeira como uma alavanca para fortalecer outras competências importantes para qualquer cidadão, como ser capaz de planejar e de decidir de forma consciente, bem informada e autônoma”, afirma.

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Fonte: Contábeis

Empresas gastam muitas horas na gestão de tributos

Um relatório do Banco Mundial mostra que o Brasil é o país em que as empresas gastam o maior número de horas no mundo com gestão de tributos. É o lanterna do ranking de horas anuais dedicadas à burocracia dos impostos.

As empresas brasileiras gastam, em média, 1.501 horas por ano cuidando de obrigações relacionadas a tributos, considerando pequenas, médias e grandes. É cinco vezes a média gasta pelos países da América Latina e Caribe.

Impactos burocratização
Na prática, o custo tributário afeta a produtividade, competitividade e investimento estrangeiro.

“É o sistema mais complexo do mundo, surreal. Infelizmente, é mais um problema que colabora para a desindustrialização. Joga contra a produtividade, contra a economia, contra o próprio país. E, na ponta, atinge o consumidor, sempre a maior vítima”, destaca Patrick Sabatier, diretor de Relações Institucionais da L’Oréal Brasil.

A complexidade tributária é tamanha quando se fala em ICMS que pode tirar produtos do mercado, relata Marina Thiago, gerente de políticas públicas da Endeavor.

“Temos o exemplo de uma empresa de São Paulo que queria lançar uma feijoada congelada. Havia quatro alíquotas diferentes previstas, listando quase a receita pronta do prato, mas não se adequavam ao produto.”

Para ela, está faltando aproximação entre as empresas contribuintes e o Fisco:

“Há muitas zonas cinzentas nas legislações e nas atualizações de obrigações. É preciso acabar com tantas exceções e, também, que esses dois lados estejam na mesma página para incentivar a expansão dos negócios”, diz Marina.

O tempo gasto pelas empresas com a gestão de tributos relacionados a bens e serviços poderia cair em 68% com a aprovação de uma reforma tributária baseada nas propostas que estão no Congresso, como mostra um estudo da Endeavor.

Reforma tributária
Apesar da expectativa de aprovação da reforma tributária em oito meses, colocada pelos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), como prioridade de suas gestões, a proposta segue parada no Congresso. O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator do projeto, está trabalhando na versão final do documento, mas não há previsão para a leitura.

A Comissão Mista da Reforma Tributária, que tem como prazo final o dia 31 de março, não tem nenhuma atividade marcada para as próximas semanas. Os trabalhos da comissão já haviam sido prorrogados duas vezes e podem ser estendidos novamente.

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Fonte: Contabeis

Como administrar o tempo no trabalho

As horas voam, o tempo corre, passa o ano e você se dá conta de que não conseguiu cumprir metade das que traçou….

O que vem na mente é: “EU SÓ TRABALHO, NÃO TENHO TEMPO PARA NADAAAAAA!”

Pois bem, você não está sozinho nesse barco!

A grande parte de nós não sabe administrar o tempo e acabamos sendo levados por ele. A falta de tempo gera desmotivação, baixa estima, stress e até mesmo a depressão.

Passamos mais tempo trabalhando do que ao lado das pessoas que amamos. Isso é extremamente prejudicial à nossa saúde física e mental.

Administrar o tempo nos dias de hoje se tornou algo totalmente indispensável e necessário.

Segundo pesquisa realizada por uma empresa de recrutamento e seleção, no trabalho, os principais motivos da falta de tempo são porque:

  • Estamos mais interessados em sermos EFICIENTES fazendo certas coisas do que em sermos EFICAZES fazendo as coisas certas.
  • Estamos mais preocupados com as atividades do que com os resultados.
  • Não estabelecemos prioridades e não agimos decididamente na hora certa.
  • Não estamos conscientes de nossas ações e seus resultados.

MAS… Como equilibrar nossas obrigações com o lazer? É possível concluir as atividades durante a jornada normal de trabalho?

Para responder essas perguntas vou ajudar você com métodos eficazes de Administração do Tempo.

Conceitos que aprendi lendo e praticando todos os dias.

Organize seu ambiente de trabalho: separando suas atividades e desenvolvendo métodos de controle. Livre sua mesa de papéis e anotações desnecessárias. Separe os documentos em pastas e deixe em cima de sua mesa ou em um local que possa ver sempre. Gavetas são as melhores amigas do esquecimento,
pois isso, não guarde nada que for importante nelas.
No computador, exclua arquivos desnecessários, dê nomes claros a cada arquivo e faça backup diariamente em pen drive, HD externo ou na nuvem.

Organize suas atividades e tarefas: estabeleça objetivos e metas de forma clara e objetiva. Crie uma lista das suas atividades e anote-as em uma agenda ou em arquivo virtual. Feito isso, organize-as conforme urgência – prioridade - e importância defina uma rotina de execução de tarefas diário ou semanal e siga-a.

Urgente e Importante: urgentes são as atividades tem prazo curto de entrega ou que precisam ser executadas naquele momento, não podendo ser adiadas. Importantes são aquelas necessárias, essenciais,que exigem planejamento e possuem um tempo maior para realizar.

Negocie prazos: Quando lhe passarem uma atividade ou meta, sempre negocie o prazo de entrega, lembrando das atividades que você já tem em andamento. É melhor pedir um dia a mais do que entregar com atraso.,

Execução de tarefas: Não perca tempo “apagando incêndios”. Execute uma atividade de cada vez.
Tentar fazer tudo ao mesmo tempo além de deixa-lo nervoso, vai fazer com que você demore muito mais na conclusão de cada atividade. As interrupções nos fazem perder o foco e quando isso acontece, demoramos para voltar ao ritmo inicial.

Outros fatores da perda de foco são os celulares e as redes sociais. Fique longe deles durante o período que estiver realizando suas atividades.

Delegue tarefas: Não tente fazer tudo sozinho. Muitos profissionais centralizam as atividades com receio de que tomem seu lugar ou que as tarefas não sejam feitas corretamente. Aprenda a trabalhar em equipe e confiar no trabalho dos seus colegas e subordinados, respeitando seus conhecimentos e habilidades.

Tire um tempo durante o expediente: Trabalhar no horário do almoço para agilizar sua rotina só vai deixá-lo mais stessado. Faça uma pausa rápida, tome um café no meio do dia, saia um pouco da sua mesa ou posto de trabalho e esfrie a cabeça.
Tenha certeza de que quando voltar, terá mais energia e concentração para continuar seu trabalho.

Respondendo E-mails: Tente determinar horários para responder seus e-mails. Classificar seu grau de prioridade, pode ser uma alternativa para que você mantenha foco no que está fazendo.

Diga NÃO: Antes de tentar ajudar seus colegas ou “pegar” mais tarefas, analise as que você já tem.
Caso esteja sobrecarregado, saiba dizer um “não” educadamente, explicando os motivos. Assumir novas responsabilidades sem ter certeza se dará conta de fazer não é uma boa opção.

Colocando em prática essas dicas você terá melhor aproveitamento do seu dia e tempo livre para fazer e aprender coisas novas.

As horas voam, o tempo corre, passa o ano e já é Natal novamente. E de repente chega o momento de traças suas metas para o ano novo e você se dá conta de que não conseguiu cumprir metade das que traçou no ano anterior.

O que vem na mente é: “EU SÓ TRABALHO, NÃO TENHO TEMPO PARA NADAAAAAA!”

Pois bem, você não está sozinho nesse barco!

A grande parte de nós não sabe administrar o tempo e acabamos sendo levados por ele. A falta de tempo gera desmotivação, baixa estima, stress e até mesmo a depressão.

Passamos mais tempo trabalhando do que ao lado das pessoas que amamos. Isso é extremamente prejudicial à nossa saúde física e mental.

Administrar o tempo nos dias de hoje se tornou algo totalmente indispensável e necessário.

Segundo pesquisa realizada por uma empresa de recrutamento e seleção, no trabalho, os principais motivos da falta de tempo são porque:

  • Estamos mais interessados em sermos EFICIENTES fazendo certas coisas do que em sermos EFICAZES fazendo as coisas certas.
  • Estamos mais preocupados com as atividades do que com os resultados.
  • Não estabelecemos prioridades e não agimos decididamente na hora certa.
  • Não estamos conscientes de nossas ações e seus resultados.

MAS… Como equilibrar nossas obrigações com o lazer? É possível concluir as atividades durante a jornada normal de trabalho?

Para responder essas perguntas vou ajudar você com métodos eficazes de Administração do Tempo.

Conceitos que aprendi lendo e praticando todos os dias.

Organize seu ambiente de trabalho: separando suas atividades e desenvolvendo métodos de controle. Livre sua mesa de papéis e anotações desnecessárias. Separe os documentos em pastas e deixe em cima de sua mesa ou em um local que possa ver sempre. Gavetas são as melhores amigas do esquecimento,
pois isso, não guarde nada que for importante nelas.
No computador, exclua arquivos desnecessários, dê nomes claros a cada arquivo e faça backup diariamente em pen drive, HD externo ou na nuvem.

Organize suas atividades e tarefas: estabeleça objetivos e metas de forma clara e objetiva. Crie uma lista das suas atividades e anote-as em uma agenda ou em arquivo virtual. Feito isso, organize-as conforme urgência – prioridade - e importância defina uma rotina de execução de tarefas diário ou semanal e siga-a.

Urgente e Importante: urgentes são as atividades tem prazo curto de entrega ou que precisam ser executadas naquele momento, não podendo ser adiadas. Importantes são aquelas necessárias, essenciais,que exigem planejamento e possuem um tempo maior para realizar.

Negocie prazos: Quando lhe passarem uma atividade ou meta, sempre negocie o prazo de entrega, lembrando das atividades que você já tem em andamento. É melhor pedir um dia a mais do que entregar com atraso.,

Execução de tarefas: Não perca tempo “apagando incêndios”. Execute uma atividade de cada vez.
Tentar fazer tudo ao mesmo tempo além de deixa-lo nervoso, vai fazer com que você demore muito mais na conclusão de cada atividade. As interrupções nos fazem perder o foco e quando isso acontece, demoramos para voltar ao ritmo inicial.

Outros fatores da perda de foco são os celulares e as redes sociais. Fique longe deles durante o período que estiver realizando suas atividades.

Delegue tarefas: Não tente fazer tudo sozinho. Muitos profissionais centralizam as atividades com receio de que tomem seu lugar ou que as tarefas não sejam feitas corretamente. Aprenda a trabalhar em equipe e confiar no trabalho dos seus colegas e subordinados, respeitando seus conhecimentos e habilidades.

Tire um tempo durante o expediente: Trabalhar no horário do almoço para agilizar sua rotina só vai deixá-lo mais stessado. Faça uma pausa rápida, tome um café no meio do dia, saia um pouco da sua mesa ou posto de trabalho e esfrie a cabeça.
Tenha certeza de que quando voltar, terá mais energia e concentração para continuar seu trabalho.

Respondendo E-mails: Tente determinar horários para responder seus e-mails. Classificar seu grau de prioridade, pode ser uma alternativa para que você mantenha foco no que está fazendo.

Diga NÃO: Antes de tentar ajudar seus colegas ou “pegar” mais tarefas, analise as que você já tem.
Caso esteja sobrecarregado, saiba dizer um “não” educadamente, explicando os motivos. Assumir novas responsabilidades sem ter certeza se dará conta de fazer não é uma boa opção.

Colocando em prática essas dicas você terá melhor aproveitamento do seu dia e tempo livre para fazer e aprender coisas novas.

Esperamos que esse artigo tenha ajudado você. Conte sempre conosco!

Fonte: Contábeis